Blog de Tio Chico


Cartão de Aniversrario

Venho aqui para agradecer a todos que lembrou do meu aniversario!

Segue abaixo o nome da galera, e os cartões.

* Carol
* Denis
* Tia Lu
* Cleusa
* Tiagui
* Dada
* Pitty
* E a todos que eu não me lembro.

 

Olá Roberto!


Hoje o dia é todo seu! Parabéns!

A equipe da Energia 97 FM deseja a você
felicidades, saúde, paz e muita energia!
Continue sempre na sintonia!


 

Rádio Energia 97 FM
www.97fm.com.br

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Escrito por Tio Chico às 09h03
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MINIATURAS FOTOGRAFICAS

Slinkachu é um artista que faz pequenas instalações pelas ruas de Londres, o legal nisso tudo é que as cenas ficam tão reais, porém, em pequena escala.

Depois da cena está montada o artista fotografa e coloca em seu site.

Segundo ele, a intenção é fazer com que as pessoas caminhando pela cidade preste mais atenção em sua volta, já que podem topar a qualquer momento com suas mini montagens.

Alguns projetos com dimensões fora do comum desperta a imaginação do espectador devido a sua originalidade e é isso que acontece com o trabalho de Slinkachu.

É uma idéia exótica que nasceu para mostrar que é possível fazer algo diferente.

A realização deste trabalho mostra cenas que vem do imaginário do artista e tem muito haver com cenas do nosso cotidiano, porém seus protagonistas são bonecos.



 

Fonte: Edmar Pita

 



Escrito por Tio Chico às 10h15
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Rivotril: por que o medicamento é o segundo mais vendido no país?

Alguma coisa estranha deve estar acontecendo quando um remédio contra a ansiedade – tarja preta, vendido apenas com retenção de receita – se torna o segundo medicamento mais consumido no Brasil. Esse remédio é o velho Rivotril, que tem 35 anos de mercado, mas nos últimos cinco escalou rapidamente o ranking dos mais vendidos até chegar ao segundo lugar. Em 2008, os brasileiros compraram nas farmácias 14 milhões de caixinhas do ansiolítico (o campeão de vendas é o anticoncepcional Microvlar, com 20 milhões de unidades). O Rivotril bate remédios de uso corriqueiro, segundo o IMS Health, instituto que audita a indústria farmacêutica. Vende mais que a pomada contra assaduras Hipoglós, o analgésico Tylenol e outros produtos que os consumidores colocam na cestinha sem saber se algum dia vão usar.

O sucesso espetacular do Rivotril no Brasil não ocorre com outros medicamentos da mesma categoria. A classe dos tranquilizantes é a sétima mais vendida no país – vende menos que anticoncepcionais, analgésicos, antirreumáticos e outros tipos de remédio. A clara preferência pelo Rivotril é um fenômeno brasileiro, que não se repete em outros países.

A escalada desse ansiolítico na lista dos mais vendidos sugere que a população em sofrimento psíquico pode ser maior do que se imagina. Transtornos de ansiedade e depressão são comuns nas grandes cidades, castigadas pela violência, pelo trânsito e pelo desemprego. Mas a pesquisa São Paulo Megacity, uma parceria do Hospital das Clínicas de São Paulo com a Organização Mundial da Saúde, revela que cerca de 40% dos moradores da região metropolitana sofre de algum tipo de transtorno psiquiátrico. É um porcentual que os próprios psiquiatras consideram “assustador” – e que depõe frontalmente contra a imagem de “nação feliz” que os estrangeiros e nós mesmos, brasileiros, gostamos de cultuar.

O segundo problema que leva à indicação excessiva do Rivotril é a precariedade do atendimento de saúde brasileiro, sobretudo de saúde mental. Há falta de psiquiatras no país. Consequentemente, as pessoas não recebem diagnóstico correto e não têm tratamento adequado de seus problemas. Quando o paciente chega ao consultório com enxaqueca, gastrite ou qualquer outra queixa que possa ter alguma relação com ansiedade, frequentemente ganha uma receita de Rivotril. “Os médicos fazem isso porque o remédio é barato (a caixinha mais cara custa R$ 13), antigo e seguro”, diz Luiz Alberto Hetem, vice-presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria. “Mas ele pode mascarar quadros mais graves.” O ansiolítico acalma e atenua a ansiedade, mas os problemas subjacentes não são diagnosticados. “Grande parte das pessoas nem sequer sofre de ansiedade. A depressão é muito comum”, afirma a psiquiatra Mônica Magadouro. “Mas o atendimento é tão precário que nem se nota a diferença.”

O terceiro fator que contribui para a venda de Rivotril é o que o psicanalista Plínio Montagna chama de “glamorização do ato de medicar-se”. No passado havia preconceito contra os remédios psiquiátricos. Recentemente, houve uma guinada cultural e eles passaram a ser vistos como resposta a todos os problemas da existência. Os médicos (sobretudo os que não são psiquiatras) receitam remédios psiquiátricos com total desenvoltura. Da parte dos pacientes, também existe a expectativa de que isso aconteça.Todos têm pressa.

“Emoções normais e importantes para a mente, como tristeza ou ansiedade em situação de perigo, são eliminadas porque incomodam”, diz Montagna, que é presidente da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Questões existenciais são tratadas como sintomas médico-psiquiá tricos, com a colaboração de “uma avassaladora quantidade de dólares” gastos em publicidade pela indústria farmacêutica. “É frequente eu receber para tratamento pacientes com dosagens excessivas de medicação ou coquetéis de diversas substâncias, sem que os aspectos psicológicos tenham sido levados em consideração”, afirma o psicanalista, que também é formado em psiquiatria.

Por trás da precariedade do sistema de saúde e do modismo da medicação, existe a crescente incapacidade das pessoas – e dos médicos – em conviver com um dos sentimentos mais enraizados da psique humana, a ansiedade. Ela está lá desde os primórdios do homem, associada a temores e ameaças indefiníveis. Embora desagradável, é um dos motores da existência. Faz parte da nossa constituição evolutiva. “Ela é um estado de alerta, um estímulo para produzir. O contrário da ansiedade é a apatia”, diz o psicanalista Eduardo Boralli Rocha. Totalmente diferente dessa ansiedade benigna é a combinação explosiva de urgência, competição e sentimento de exclusão que caracteriza o nosso tempo.

“As pessoas sentem que em algum lugar está havendo uma festa para a qual elas não foram convidadas e têm de correr atrás”, diz Boralli. Sigmund Freud, o criador da psicanálise, dizia que a ansiedade era o sintoma de algo que não estava bem resolvido interiormente. Ele diferenciava entre a ansiedade produzida por uma situação externa real e aquela imaginada ou brutalmente amplificada por nossos medos interiores. A primeira não deveria ser medicada, mas ela tornou-se tão presente, tão avassaladora, que é isso que tem sido feito, em larga escala.

Um exemplo está na coleção de propagandas de ansiolíticos acumulada pelo professor Elisaldo Carlini, coordenador do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) da Universidade Federal de São Paulo. São folhetos promocionais que os laboratórios deixam nos consultórios médicos. Um deles mostra uma mulher com um largo sorriso depois de tomar um remédio que corrigiu a ansiedade gerada por três bilhetes recebidos ao mesmo tempo: um do marido, avisando que chegará tarde para o jantar; outro do filho, dizendo que vai trazer o time de basquete para o lanche; e o terceiro da empregada, avisando que faltou ao trabalho porque foi a um posto de saúde. “Viver dá ansiedade, mas criou-se a cultura de que problemas cotidianos devem ser enfrentados com remédios”, diz Carlini. “As mulheres, principalmente, aprendem que precisam ser magrinhas e calminhas.”
Quando indicado segundo os melhores critérios, o Rivotril pode ser bastante útil no tratamento da ansiedade generalizada. O paciente vive angustiado, preocupado, nervoso. Dorme mal, não se concentra e se irrita por qualquer coisa. Sozinho, no entanto, o remédio não resolve o problema. O tratamento depende também do uso de outros recursos, como antidepressivos, psicoterapia e atividade física. O mesmo vale para o tratamento de outros transtornos, como síndrome do pânico, fobias e transtorno obsessivo-compulsiv o (TOC). Enquanto os antidepressivos demoram cerca de duas semanas para começar a agir, o Rivotril age rápido, assim como outros ansiolíticos (Lexotan, Valium, Frontal etc.). A função desses remédios é ser uma ponte temporária até o início da ação dos antidepressivos. Ou um apoio. A síndrome do pânico, por exemplo, é tratada com antidepressivos. Quando o paciente enfrenta situações que podem provocar recaídas, é comum que o médico recomende que tenha o Rivotril sempre à mão.

Esses remédios, no entanto, não devem ser usados por muito tempo e sem rigoroso acompanhamento médico. Eles podem causar dependência. Há pessoas que desenvolvem dependência em cinco anos. Outras se viciam em menos de 30 dias. Podem ocorrer crises de abstinência com a interrupção da droga. Os sintomas mais comuns são insônia, irritabilidade excessiva e tremores. Não há dose segura contra o vício. “Rivotril não deve ser remédio de uso contínuo. Deve ser reservado para as crises agudas e usado por no máximo seis semanas”, diz o psiquiatra Joel Rennó Jr., coordenador do Projeto de Saúde Mental da Mulher do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Na prática, muitos pacientes recebem a receita de Rivotril e passam meses sem ser vistos por um médico. Quando voltam a consultar um profissional de qualquer especialidade, dizem que o anterior receitou o remédio e se sentiram bem. Acabam saindo do consultório com uma nova receita.

A professora gaúcha Carmen Paula Pinto, de 40 anos, toma Rivotril há cinco, como parte do tratamento de transtorno bipolar. Reclama de efeitos colaterais como sonolência e boca seca. Mas o que mais a incomoda é o enfraquecimento da memória. “Quando leio um livro, muitas vezes tenho de voltar à mesma frase, ao mesmo parágrafo. Uma vez até cheguei a esquecer o que havia almoçado”, diz. Há três anos, decidiu parar de tomar o remédio por conta própria. Sentiu sintomas de abstinência, como tontura e falta de equilíbrio. Depois de alguns meses, decidiu voltar ao remédio. “Estou conformada em ter de depender do remédio por um bom tempo ou até para sempre.”

Carmen é acompanhada por um psiquiatra e compra o remédio de acordo com a orientação dele. Uma parcela dos consumidores chega ao remédio por meio de outros expedientes. “Muita gente consegue adquirir ansiolítico pela internet ou compra receitas em consultórios de quinta categoria”, afirma Rennó Jr. Em uma das pesquisas coordenadas por Elisaldo Carlini, do Cebrid, descobriu-se que um único médico fez mais de 7 mil prescrições de ansiolítico por ano. Houve casos também de falsificação dos receituários. As receitas que ficavam retidas nas farmácias continham o mesmo número de série ou o CRM de médicos mortos ou inexistentes. Formas ilícitas de acesso ao remédio alimentam o uso recreativo de Rivotril. Ele virou um clássico nas baladas entre jovens que o misturam com ecstasy ou álcool. Há várias comunidades no site de relacionamento Orkut criadas por usuários dessa combinação. O Rivotril potencializa a função do álcool. Em doses excessivas, a mistura pode levar ao coma. Há outro tipo de uso, associado ao ecstasy e à cocaína, drogas que deixam as pessoas ansiosas. Elas tomam Rivotril para tentar neutralizar esse efeito. Segundo os especialistas, não adianta.

Por trás do crescimento das vendas do Rivotril há uma história de marketing que merece ser contada. Até 1999, o remédio era promovido entre os médicos apenas como um anticonvulsivante. Era um mercado restrito. Nos últimos anos, surgiram estudos que comprovaram que ele funcionava contra a ansiedade. O fabricante passou a divulgar essa aplicação entre psiquiatras, cardiologistas, neurologistas, geriatras etc. “O sucesso do Rivotril é decorrência do aumento dos casos de transtornos psiquiátricos e do perfil único do nosso produto: ele é seguro, eficaz e muito barato”, diz Carlos Simões, gerente da área de produtos de neurociência e dermatologia da Roche. “E o baixo preço protege o produto.” O Rivotril é 600% mais barato que o seu principal concorrente, o Frontal, da Pfizer. Outra característica ajuda a explicar por que ele vende tanto. É o único de sua categoria disponível também na apresentação sublingual – gotas que agem rápido se colocadas embaixo da língua.

Na casa da aposentada Ecleide Moreira Rodrigues, de 60 anos, não pode faltar Rivotril. Ele é usado com duas finalidades distintas: o filho de Ecleide sofre de epilepsia e não fica sem o remédio. Há um ano, ela também virou adepta do medicamento. Não consegue dormir sem ele. Descobriu que a causa da insônia era estresse e depressão. Chegou a fazer psicoterapia e percebeu que passou a dormir melhor. Mas parou antes de receber alta. “Por relaxo”, diz ela. Em casos como o de Ecleide, a psicoterapia pode dar ótimos resultados. Mas não costuma ser um percurso fácil. Para vencer a ansiedade não basta recorrer a umas gotinhas de Rivotril a cada crise. É preciso reorganizar a vida.

A escalada do ansiolítico no Brasil

Em dez anos, o Rivotril galgou a lista dos campeões

1998
O Rivotril nem aparecia entre os dez mais vendidos
1 - Cataflam (analgésico e anti-inflamató rio)
2 - Novalgina (analgésico e antitérmico)
3 - Hipoglós (pomada contra assaduras)
4 - Neosaldina (analgésico e antiespasmódico)
5 - Voltaren (antirreumático, anti-inflamató rio e analgésico)
6 - Lexotan (ansiolítico)
7 - Redoxon (vitamina C)
8 - Buscopan Composto (antiespasmódico e analgésico)
9 - Sorine (descongestionante nasal)
10 - Vick Vaporub (unguento descongestionante)

2004
Ele conquista o sexto lugar no ranking
1 – Microvlar (anticoncepcional)
2 - Neosaldina (analgésico e antiespasmódico)
3 - Hipoglós (pomada contra assaduras)
4 - Buscopan Composto (antiespasmódico e analgésico)
5 - Novalgina (analgésico e antitérmico)
6 - RIVOTRIL (ansiolítico e anticonvulsivante)
7 - Tylenol (analgésico e antitérmico)
8 - Cataflam (analgésico e anti-inflamató rio)
9 - Neovlar (anticoncepcional)
10 - Luftal (antigases)

2008
O Rivotril é o segundo mais vendido
1 - Microvlar (anticoncepcional)
2 - RIVOTRIL (ansiolítico e anticonvulsivante)
3 - Puran T4 (hormônio tireoidiano)
4 - Hipoglós (pomada contra assaduras)
5 - Neosaldina (analgésico e antiespasmódico)
6 - Buscopan Composto (antiespasmódico e analgésico)
7 - Salonpas (analgésico e anti-inflamató rio)
8 - Tylenol (analgésico e antitérmico)
9 - Novalgina (analgésico e anti-inflamató rio)
10 - Ciclo 21 (anticoncepcional )

Os riscos da tranquilidade em comprimidos
Os efeitos dos ansiolíticos mais vendidos, conhecidos como benzodiazepínicos

O QUE ELES FAZEM
Inibem algumas funções do sistema nervoso, causando relaxamento muscular, sonolência e diminuição da ansiedade

PARA QUE SERVEM
Estimulam a ação de um ácido (conhecido como gaba) no cérebro. Ele inibe a ativação de áreas relacionadas ao medo e à ansiedade

QUANDO DEVEM SER USADOS
Com outros remédios, são indicados para tratar vários transtornos mentais. Não são recomendados para aplacar tensões do cotidiano

QUAIS SÃO OS EFEITOS COLATERAIS
Sonolência excessiva e diminuição da coordenação motora. Podem ocorrer dificuldades no processo da aprendizagem e da memorização

CAUSAM DEPENDÊNCIA?
Sim. Algumas pessoas desenvolvem dependência em cinco anos. Outras se viciam em menos de 30 dias. Podem ocorrer crises de abstinência

COMO EVITAR A DEPENDÊNCIA
Não há dose segura contra o vício. Quanto menor a dose, menor a probabilidade de o paciente desenvolver dependência.

 

Fonte: Revista Época



Escrito por Tio Chico às 12h09
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Vamos pro BAR!

Bar ou Academia?

Porque será que
é mais fácil freqüentar um bar do que uma academia?
 
Para resolver esse grande dilema, foi necessário freqüentar os dois
(o bar e academia) por uma semana.
Vejam o resultado desta importante pesquisa:
Vantagem numérica:
 
- Existem mais bares do que academias. Logo, é mais fácil encontrar um bar no seu caminho. 1x0 pro bar.
 
Ambiente:
- No bar, todo mundo está alegre. É o lugar onde a dureza do dia-a-dia
amolece no primeiro gole de cerveja. Na academia, todo mundo fica suando, carregando peso, bufando e fazendo cara feia. 2x0.
 
Amizade simples e sincera:
- No bar, ninguém fica reparando se você está usando o tênis da moda.
Os companheiros do bar Só reparam se o seu copo está cheio ou vazio.
3x0.
 
Compaixão:
- Você já ganhou alguma 'saideira' na academia? Alguém já te
deu uma semana de ginástica de graça? No bar, com certeza, você já ganhou uma cerveja 'na faixa'. 4x0.
 
Liberdade:
- Você pode fumar na academia? 5x0.
 
Libertinagem e democracia:
- No bar, você pode dividir um banco com outra pessoa do sexo oposto, ou do mesmo sexo, o problema é seu... Na academia, você não pode dividir um aparelho. 6x0.
 
Saúde:
- Você já viu um ' barista' (freqüentador de bar) com pedra no rim?
7x0.
 
Saudosismo:
- Alguém já tocou a sua música preferida na academia, inclusive 'aquela' que você pede 'n' vezes quando está tentando 'afogar' o fora que levou?
8x0.
 
Emoção:
- Onde você comemora a vitória do seu time? No bar ou na academia?
9x0.
 
Memória:
- Você já aprontou algo na academia digno de contar para os seus netos?
E no bar? 10x0 pro bar !!!
 
ENTÃO VAMOS PRO BAR!!!
Mas atenção:
 
Se for dirigir, não beba. Se for beber, ME CHAME PELO AMOR DE DEUS !!!
Aliás, você já fez amizade com alguém, bebendo leite ou bebida energética?
Portanto, se você tem amigos na academia, repasse este e-mail para salvá-los do mau caminho.



Escrito por Tio Chico às 11h12
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Os Sonhos de Deus

Se tentaram matar os teus sonhos
Sufocando o teu coração
Se lançaram você numa cova
E, ferido, perdeu a visão

Não desista, não pare de crer
Os sonhos de Deus jamais vão morrer
Não desista, não pare de lutar
Não pare de adorar
Levanta teus olhos e vê:
Deus está restaurando os teus sonhos
E a tua visão

Não desista, não pare de crer...

Recebe a cura! Recebe a unção
Unção de ousadia, unção de conquista
Unção de mutiplicação

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Escrito por Tio Chico às 08h52
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Nunca Pare de Lutar

O que vem pra tentar ferir
O valente de Deus
Em meio às suas guerras?

Que ataque é capaz
De fazê-lo olhar pra trás
E querer desistir?

Que terrível arma é
Usada pra tentar paralisar sua fé?

Cansaço, desânimo
Logo após uma vitória
A mistura de um desgaste com um contra-ataque do mal
A dor de uma perda, ou a dor da traição
Uma quebra de aliança, que é raiz da ingratidão

Se alguém está assim, preste muita atenção
Ouça o que vem do coração de Deus:

Em tempos de guerra
Nunca pare de lutar
Não baixe a guarda
Nunca pare de lutar

Em tempos de guerra
Nunca pare de adorar
Libera a Palavra
Profetiza sem parar

O escape, o descanso, a cura
A recompensa vem sem demora



Escrito por Tio Chico às 09h51
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A web brasileira em 2009

Lan Houses, acesso móvel e redes sociais impulsionam a internet em 2009, prevê Marcelo Coutinho.

Nos últimos anos, a Internet brasileira viveu um extraordinário crescimento em termos de número de usuários, intensidade e variedade de uso. Dificilmente teremos algum retrocesso em 2009, exceto se a crise financeira <http://idgnow.uol.com.br/especiais/crise-economica>  alcançar dimensões realmente catastróficas. Mais provável é um cenário de crescimento moderado em relação ao verificado no passado recente, mas com algumas mudanças em termos de modelos de negócios e comportamento dos usuários.

Comecemos pelo número internautas. É sempre um problema chegar a uma conta exata, pois diferentes fontes utilizam diferentes critérios para definir quem é um “usuário”. As fontes mais conhecidas seguem os critérios adotados internacionalmente, pelos quais um usuário é alguém que utilizou a rede pelo menos uma vez nos três meses anteriores a pesquisa, variando a população em termos da idade considerada.

Neste caso, a maior parte dos institutos mostra progressos notáveis. O IBOPE aponta atualmente cerca de 42 milhões de usuários com mais de 16 anos, contra 22 milhões no final de 2003. Entre os internautas domiciliares o crescimento foi ainda mais expressivo, passando de 8,7 milhões para os 24,4 milhões em setembro deste ano. O Comitê Gestor, embora trabalhando com um período de tempo menor (2005 a 2007, sendo que a pesquisa de 2008 ainda não foi divulgada), aponta para um crescimento de quase 50% no número de usuários no período (de 24% para 34% da população total, o que daria, no final de 2007, cerca de 60 milhões de pessoas de todas as faixas etárias).

Já o IBGE destaca que o número de domicílios conectados mais do que dobrou <http://idgnow.uol.com.br/internet/2008/09/18/um-quinto-das-casas-no-brasil-tem-pc-com-acesso-a-internet-diz-pnad-2007/> : eram 5,6 milhões em 2003, contra 11,3 milhões em 2007. O interessante é que o número de domicílios conectados com rendimento superior a 20 salários mínimos ficou praticamente estável, mas entre os domicílios com renda de até 10 salários mínimos a taxa de crescimento foi de 218% (de 2,1 milhões em 2003 para 6,8 milhões em 2007). Quando multiplicamos isso por outro dado do IBOPE, o do tempo de navegação domiciliar, que nos últimos meses está ao redor de 24 horas mensais (contra pouco mais de 12 horas no final de 2003), podemos ter uma real dimensão do crescimento da importância da web nos domicílios brasileiros: não só praticamente dobrou o acesso, como também dobrou o tempo de navegação.

Essa tendência não será imutável, é claro. De acordo com o IBGE, o Brasil apresentava em 2007 48,5 milhões de domicílios com renda de até 10 salários mínimos, ou seja, apenas 14% deste total possuíam um computador com acesso. Mesmo considerando somente os domicílios com renda entre 3 e 10 salários mínimos (18,9 milhões), pouco mais de um terço possui acesso. Boa parte dos equipamentos que abasteceram os domicílios de menor poder aquisitivo vieram de uma combinação de dólar baixo, crédito abundante, crescimento da renda e do emprego, situação que não deve se repetir em 2009.

Mas mesmo um eventual retrocesso neste segmento (difícil imaginar os consumidores devolvendo seus computadores para as lojas, mas vamos lá...) seria compensado por duas outras fontes de crescimento: o acesso de centros públicos (pagos ou gratuitos) e as plataformas móveis.

No primeiro caso, dados amostrais e evidências empíricas mostram uma explosão no uso das Lan Houses, <http://idgnow.uol.com.br/internet/2008/03/14/pc-popular-e-lan-houses-lideram-inclusao-digital-em-2007-aponta-nic.br/>  notadamente na periferia das grandes capitais, tema inclusive de um debate no último Digital Age 2.0 <http://idgnow.uol.com.br/internet/sociedade_digital/idgcoluna.2008-10-03.0294936821/> .

Levantamentos realizados por diversas entidades públicas e privadas (Comitê Gestor, Vivo, IBOPE, Escola Superior de Propaganda e Marketing, entre outras), indicam a existência de dezenas de estabelecimentos deste tipo em favelas e outros aglomerados urbanos de baixa renda. Ao mesmo tempo, o Governo Federal dá indicações que não vai cortar recursos dos programas de informatização e acesso nas escolas públicas.

Estes dados mostram que o acesso via Lan Houses ou escolas só cresce, superando as taxas observadas no local de trabalho. Ou seja, mesmo que mais pessoas fiquem desempregadas e o crescimento do acesso doméstico caia para taxas menores, o uso da internet em Lan Houses e escolas deve ajudar a compensar a queda. Nesta perspectiva, sites de redes sociais, games e entretenimento continuam em alta.

A 19ª Internet POP, estudo do IBOPE divulgado este ano mostra que 41% dos internautas costumam freqüentar Lan Houses, visitando principalmente sites de relacionamento e comunidades. De maneira geral, o Brasil é destaque mundial em termos de uso de sites de comunidades digitais, games e vídeos, tendência que deve permanecer ao longo de 2009, inclusive por causa do acirramento da competição no mercado de banda larga nacional.

Outra tendência que deve amortecer o impacto da crise econômica sobre a Web é a mobilidade. De um lado temos a sofisticação dos aparelhos que permitem esse acesso, com a chegada (oficial) do iPhone e novos modelos de aparelhos celulares, além do esforço que as operadoras estão fazendo para estimular esse uso, após investimentos que chegaram a 15 bilhões de reais nas plataformas 3G. A desvalorização cambial certamente terá um impacto no preço final dos aparelhos, mas não no custo dos serviços, que devem obedecer ao aumento da competição no segmento.

Obviamente não veremos taxas de uso da ordem das verificadas nos domicílios ou Lan Houses, mas o crescimento será significativo, abrindo oportunidades de negócios para provedores de serviços e conteúdo. De acordo com um estudo da Nielsen Online sobre o uso da internet pelo celular no Brasil <http://idgnow.uol.com.br/internet/ideia20/archive/2008/09/18/entrevista-novos-servios-3g-guiaro-investimentos-em-mobile-no-brasil/> , a consulta de e-mail aparece na liderança com 57%, seguida por música (27%), entretenimento (25%) e jogos (18%). À medida que estes aparelhos se tornam mais comuns fora do ambiente corporativo, a previsão é de aumento da demanda por aplicativos e conteúdo de caráter mais recreativo.

É certo que a questão da grande base de aparelhos pré-pagos (cerca de 80% do total) permanece um problema, mas trata-se de uma barreira que vai diminuindo com o tempo, tanto por parte dos modelos de negócios das operadoras como por parte da curva de aprendizado dos consumidores. Em recente debate o MaxiMídia, <http://maximidia.mmonline.com.br/eventos/maximidia/maximidia2008/maximidia!noticia13.action>  um dos eventos mais importantes do mercado publicitário brasileiro, o VP de Marketing e Inovação da Vivo afirmou que mais de 60% dos downloads de serviços de valor agregado da empresa são feitos através de planos pré-pagos.

Normalmente já é difícil antecipar tendências e comportamentos dos usuários de novas tecnologias, tarefa que se torna ainda mais complexa em momentos de turbulência como o atual. Feita esta ressalva, acredito que “pilotos” e “passageiros” da web brasileira enfrentarão algumas turbulências em 2009, mas a trajetória de crescimento será mantida, ainda que com pequenas alterações de rotas (e planos de negócio) aqui e acolá.
*Marcelo Coutinho é diretor de Análise de Mercado do IBOPE Inteligência e professor do mestrado em Comunicação da Fundação Cásper Líbero. E-mail: marcelo.coutinho@post.harvard.edu



Escrito por Tio Chico às 13h02
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No limite da criatividade

 



Escrito por Tio Chico às 23h12
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Perfil do Orkut

De todos os lugares e momentos que eu já vivi, digo a você que sou uma pessoa exclusiva, você vai ver a minha foto mais você não vai me reconhecer, talvez, para você possa ser uma pessoa chata ou até mesmo um bobo, mais para algumas pessoas alias, para as pessoas que eu mais amo tenho um significado muito importante. Pode-se dizer que as pessoas falam mal de mim, pois eu viro e digo falem bem, ou falem mal mais falem, de mim, lembre-se falando de mim você estará fazendo que a minha fama, aumente cada vez mais o tamanho de uma forma, com que eu passo a me torna uma pessoa de sucesso.

Nascido e criado em Porto Ferreira, acompanhei a evolução dessa cidade durante meus 19 anos, hoje sou morador de Campinas, na qual eu faço faculdade de Publicidade e Propaganda, e atualmente, estou a procura de emprego. Adoro trabalhar na área de informática, principalmente, em caso de edição gráficas, algo que me faz descontrair, tenho meus objetivos e busco alcança-los de uma forma talvez um pouco diferente, ou talvez um pouco devagar, pois tem aquele ditado que tem pressa come cru, cru para mim só o kibe cru o nem é carne mal passada. Sou bom de garfo, agora estou entrando em regime. Sou feliz, tenho meus pais e minha namorada e meus 3 Dalmatas, e os Calopsita, na verdade tenho um só o famoso Dino, e a Ninha é a Calopsita da minha namorada, mais também, é minha \:. Sem essas pessoas posso estar longe trago a felicidade para você, mais quando eu estou ao redor dessas pessoas, não deixo de ficar mais feliz. Posso ser considerado um palhaço mais amo vocês. Trago no meu sangue um sobre nome forte, FERRARI, não deixo de negar, mais também, trago um outro sobrenome forte BULGARELLI.

Meu Futebol? Já fui Santista, já fui Corintiano, já fui Flamenguista, já fui Botafoguense, já fui Argentino, a meu ultimo foi Palmeireinse. Hoje sou Bugrino e São Paulino, minhas duas paixões apesar de não gostar de futebol. Mais sou jogador de Tênis já faz alguns meses que eu estou fazendo aula, já também, pratiquei arremesso de peso. Já estudei em escola Publica e Particular, hoje faço faculdade particular, sou feliz, com isso, tenho meus amigos, meus professores, e conhecidos, na faculdade inteira pelo vulgo apelido de Tio Chico. Melhor eu engolir o apelido do que brigar com uma faculdade inteira por causa do apelido. Posso ser considerado eclético gosto de todos os estilos de musicas, hoje mesmo eu estou escutando axé, amanhã talvez eu possa querer escutar moda de viola, não sou contra pagodeiros, assumo com muito orgulho sou pagodeiro, e não desisto nunca, mais você também, pode me encontrar em um Baile Funk ou em um Festival de Rock em uma balada, curtindo o SOM, nada me impede, só tem uma coisa, ninguém me tira, sou Fã e vou morrer Fã Charlie Brown Jr. até morrer.

Sou aventureiro gosto de conhecer novos lugares como matas fechadas, montanhas, pedras, animais, e lugares onde são raros ser humanos chegarem, isso para mim é um grande descobrimento, um lugar onde eu possa, esquecer de tudo, apenas talvez sentar em um banquinho, e observar as pessoas, na cidade. Também, sou apaixonado por fotografia, talvez não possa ter o conhecimento suficiente, para poder trabalhar, com isso mais é uma coisa, que eu amo de paixão é trabalhar com fotos, de flores, animais, e tudo mais, um dia quem sabe terei um curso de fotografia, sou apaixona do auto-modelismo estou louco para comprar meu carrinho, inferno mp7.5 mais até hoje, nada, quem sabe daqui alguns meses, quando meu porco estiver com a barriga cheia, a correto você ainda não conhece meu porco, então qualquer dia pergunte para mim qual é o tamanho dele, se alguém, quiser tenho mais para vender, mais tudo tem seu preço.



Escrito por Tio Chico às 13h34
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Comercial IPHONE 3G



Escrito por Tio Chico às 01h16
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Sobre os 0800: mobile marketing?

Nas últimas semanas, quem ficou parado no trânsito de São Paulo certamente notou algo em comum entre duas campanhas veiculadas nos relógios da cidade (dos poucos espaços sobreviventes à Lei Kassab): chamadas call-to-action para um 0800.

A primeira delas foi para Seda. Do outro lado da linha estava Thaís Araujo convocando as pessoas a gravarem um depoimento que seria postado no site da marca.

Atualmente, está no ar (ou melhor, nos relógios) uma campanha para uma farmacêutica (já que a pergunta é: Você tem diabetes?) e a mesma ação para ligar para um 0800.

Aí me pergunto: são ações de mobile marketing? Alguns podem dizer que sim. Afinal, o mobile é elemento chave na campanha. Outros já argumentariam que a telefonia se resume ao papel de ponto de contato, nada mais.

No fim das contas, o meu maior questionamento não é apenas isso. Na verdade, o que me causa estranheza é a ausência do uso de interações mobile (voz, SMS, mobile web, etc.) em ações cross-media.

O celular é o único meio com absoluta simultaneidade com qualquer outra mídia. É totalmente possível ler um anúncio impresso, ouvir um spot ou assistir um filme de 30 e interagir em tempo real com o celular. Dificilmente, alguém conseguiria ler um anúncio na Veja e assistir ao Fantástico ao mesmo tempo.

Logo, confesso uma certa decepção com o nível de experimentação de ações mais cruzadas e interativas no mercado. Em mobile, de uma maneira geral, paga-se por performance: número de SMS enviados, ligações feitas, downloads realizados, acessos ao mobile site.

Alguns poucos exemplos demonstram como a integração interativa é eficaz.

A Abyara está no ar com uma ação para um empreendimento imobiliário em SP, na qual há em toda mídia impressa uma chamada para se enviar um SMS gratuito para conhecer detalhes do imóvel. A cada veiculação, mais de 600 pessoas em média interagem com o anúncio.

Para o Boteco Bohemia do ano passado, o mesmo foi feito na campanha do evento em mídia impressa. Resultado: mais de 55.000 interações em um mês.

Quando vamos para integrações com web, os números explodem. Em campanha na aba do Messenger para Sprite, houve mais de 160.000 interações (SMS e voz) em um mês de campanha.

Ou seja, basta experimentar, investir e pagar “apenas” pelo sucesso. Parece uma dinâmica bem simples. No entanto, a falta de modelos mais claramente definidos pelo mercado, bem como papéis mais estruturados dos players (operadoras, integradoras, agencias mobile, agências tradicionais) têm dificultado muito o avanço do mercado.

Não tem mágica. Salvo raríssimas exceções, nenhuma marca investirá milhões numa iniciativa puramente mobile logo de saída. Ações menores, pilotos e testes são fundamentais. Porém, é preciso viabilizar técnica e comercialmente essas pequenas iniciativas. Ou conseguimos isso ou o mercado ficará em compasso de espera e morrerá por inanição. Ou então podemos mandar 0800 em tudo.

autor: Leonardo Xavier
fonte: Mundo Marketing



Escrito por Tio Chico às 10h33
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Os 4 Cs para competir com criatividade e inovação na carreira

Por Maria Inês Felippe

14/05/2008


A empregabilidade é hoje a maior preocupação dos profissionais, colocando à prova a competência deles no que diz respeito à melhoria de processos internos, produtos, serviços, processos operacionais. Todas essas questões exigem do profissional uma das competências mais avaliadas diariamente que é a criatividade e Inovação.
E sempre que estou em treinamentos e palestras ouço a mesma coisa: “Como faço para ser mais criativo, como faço para inovar? Preciso disso para ser mais competitivo.”
A demanda é tamanha que acabei escrevendo um livro sobre isso, como objetivo de fornecer orientações e exercícios de auto-análise, para ativar a criatividade, favorecendo o pensar e agir criativamente, não eximindo a pessoa da responsabilidade de analisar a realidade, aplicando cuidadosamente os conteúdos em funções gerenciais, desenvolvendo equipes e criando mecanismos de desenvolvimento da organização.
Neste artigo gostaria de tocar os “4 C´s”, que a meu ver, precisam de observação e ajustes constantes.
Criatividade e Inovação Pessoal
Hoje, para obter sucesso é necessária além do conhecimento técnico, a habili-
dade para solucionar problemas, lidar com a diversidade, o que implica na
utilização da capacidade criativa, sendo proativo e quebrando paradigmas.
A destruição mental de tudo que já existe é condição primordial para iniciar o
o processo criativo.
Criar envolve, em primeiro lugar, um rompimento dos paradigmas pessoais e, em segundo, dos sociais. Muitas vezes o criador acaba boicotando a sua própria criação com medo de ser criticado e não reconhecido. Criar é um ato de coragem tanto no âmbito pessoal como social.
Percebo que o primeiro passo é perceber-se enquanto pessoa e o que realmente gosta de fazer, o que faz bem, o que a alma aplaude e acima de tudo o lhe dá prazer. Esqueça o que está do lado, aqueles comportamentos padronizados ou até mesmo aquilo que as pessoas gostariam que você fizesse ou até mesmo fosse. Observe suas principais qualidades e aproprie-se delas.
Na empresa em que trabalha tente romper o comportamento mecanicista apresentando idéias de novos produtos, serviços, melhoria do que você já faz, como também do ambiente organizacional.
Comunicação Assertiva
Como já dizia o Chacrinha: “Quem não se comunica, se trumbica”. Pois é, muitas vezes deixamos de colocar em ação uma idéia ou desejo por medo de não ser aceito, como também por não saber “vender” a idéia.
O primeiro passo é vender para si próprio. Por exemplo, você deseja mudar de carreira. Cabe a pergunta: já elencou todas as vantagens da mudança? Quais as vantagens e riscos? Você se convenceu de que é uma boa saída para a sua situação atual, está amadurecido da decisão e convencido da mudança de emprego ou de profissão?
Se sim vá em frente. Se não, venda acima de tudo para você mesmo e depois para as pessoas que estão ao seu redor. Faça networking e comunique a algumas pessoas a sua decisão.
Prepare-se para vender para seu chefe, desenvolva um projeto detalhado, utilize da sua criatividade, recursos disponíveis, sempre comparando a situação real e a desejada. Mas seja sempre muito claro, expondo o que pensa, o que sente e como vê e sente esta situação.
Cooperação e Comprometimento
Caso você esteja querendo mudar de empresa e isso poderá acarretar resultados tanto para você quanto para as pessoas do seu convívio, compartilhe a decisão, principalmente, se ela afetar diretamente seus familiares, por exemplo. É preciso buscar ajuda. Você poderá obter apoio dos amigos também.
A mesma situação poderá ocorrer se você estiver apresentando uma idéia para seu superior. Uma idéia sem ação é pura ilusão e será preciso buscar parceiros para fazer acontecer. Cada pessoa tem uma inteligência particular e quando se junta a de outras pessoas o resultado é uma criação muito especial. Pense quem pode lhe ajudar a criar algo realmente especial.
Coordenação
Não podemos pensar em liderar as pessoas se somos dependentes, se não lideramos a nós mesmos. Reavalie todas as situações em que você está à frente de algo, coordenando, decidindo e seja honesto consigo. Como disse no começo deste texto analise a realidade. Em que momentos a sua liderança se sobressai?
A clareza de objetivos em relação a sua própria carreira e vida faz com que atinja o que deseja. Fixe metas, prazos, e a forma para conquistá-los. O mesmo poderá acontecer quando apresentar uma idéia ao seu superior e ela for aprovada. É a oportunidade para fazer acontecer juntamente com seus parceiros, aqueles já mencionados no item acima. Mas, sem perder de foco que agora é a sua vez de coordenar, que você está consciente das ações necessárias para isso e que se planejou para tal.
Boa sorte na aplicação dos 4C´s!
*Maria Inês Felippe é consultora e palestrante, especialista em Criatividade, Inovação e Gestão, e autora do livro 4 C’s para Competir com Criatividade e Inovação, pela Editora Qualitymark - www.mariainesfelippe.com.br

Fonte: http://www.portaldomarketing.com.br



Escrito por Tio Chico às 14h09
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Os 4Cs do Marketing

Por Daniel Portillo Serrano

11/12/2006

 

Robert Lauterborn desenvolveu em 1990 uma nova nova visão para o Marketing Mix. Ao contrário de Mc Carthy que afirmava que a mistura de variáveis para uma atividade de Marketing deveria ser dosada com os 4 Ps: Produto, Preço, Praça e Promoção, Lauterborn ofereceu 4 novos ingredientes.

 

Para o Autor, os 4 Ps poderiam perfeitamente ser substituídos por 4Cs:

 

Consumers Wants and needs

Cost To Satisfy

Convenience to buy

Communication.

 

No Brasil os 4Cs foram traduzidos como:

 

Necessidades e Desejos do Consumidor

Custo para satisfazer o Consumidor

Conveniência para comprar

Comunicação.

 Cada um dos 4 Ps de Mc Carthy teria um substituto no novo Marketing Mix dos 4 Cs. Dessa forma a equivalência seria:

4 Cs 4 Ps

Necessidades e Desejos do Consumidor

Produtos

Custo para satisfazer o Consumidor

Preço

Conveniência para comprar

Praça

Comunicação

Promoção

 
 
 


Escrito por Tio Chico às 11h23
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Aumentar as suas vendas em até 400%: mito ou realidade?

Por Evaldo Costa

17/12/2007

Você acha mesmo um absurdo esperar que suas vendas cresçam tanto assim? Pois saiba que não é: leia este texto até o fim e obterá resultados exuberantes. Em alguns segmentos do varejo, como os de cosméticos & perfumes, modas, presentes entre outros, o faturamento de dezembro pode ser até quatro vezes maior que o mês de fevereiro. As vendas de fim de ano são impulsionadas por motivos sublimes. Com o décimo terceiro na conta, cartões de crédito no bolso e motivados pelas comemorações natalinas os clientes vão, freneticamente, às compras.

“O segredo do sucesso é fazer de sua vocação sua distração”
Mark Twain
A sorte está lançada. Cabe a você fazer sua parte. As empresas e os consultores de vendas devem aproveitar essa ocasião para alcançarem suas metas e ganhar uma boa grana extra. Mas cuidado, a missão pode não ser tão fácil quanto parece. O consultor de vendas precisa abster-se de velhos paradigmas bem como recorrer, pelo menos, a seis atributos se quiser engordar a conta bancária: simpatia, bom humor, entusiasmo, conhecimento, habilidade e atitude.

Os três primeiros quesitos são condições sine qua non para o sucesso do consultor de vendas. Já conhecer muito bem portfolio de produtos, as necessidades dos clientes e a melhor forma de abordá-los pode ser o fiel da balança entre o fracasso e o sucesso em vendas.
A primeira coisa que as pessoas compram é você.

Lembre-se de que o conhecimento é muito importante, porém poderá não lhe ser muito útil, se você não for capaz de aplicá-lo com habilidade. Saiba que a primeira coisa que as pessoas compram é você, e não, seus conhecimentos ou produtos. Esteja certo de que elas só vão lhe comprar, se você souber se “vender” muito bem.

A habilidade lhe será muito útil para fazer o conhecimento “trabalhar” a seu favor. Você vai precisar recorrer a ela para despertar necessidades e desejos de seu cliente. O consultor de vendas sagaz facilitará a vida do consumidor, dando-lhe dicas de produtos para presentear familiares e amigos.

Muitas vezes as pessoas compram de nós, não por terem compreendido a oferta, mas porque sentem que nós as compreendemos.

Não basta falar das promoções e perguntar o que ele vai comprar desta vez. O consultor de vendas obterá muito mais sucesso se for capaz de demonstrar interesse sincero em ajudá-lo com as compras. Muitas vezes as pessoas compram de nós, não por terem compreendido a oferta, mas porque sentem que nós as compreendemos.

Para conseguir sucesso em vendas você não precisa de muito conhecimento, mas terá que ser hábil na arte de ressaltar necessidades e benefícios.

Portanto, perguntar o que ele vai dar para a esposa, namorada, filhos, mãe, pais, irmãos, secretária, chefe, amigos, professora, porteiro, amigo oculto etc, poderá lhe render muitas vendas extras. É uma situação pauloviano, mas para nada ser esquecido, o melhor mesmo é você preparar um check-list (com essas e outras dicas) e aplicá-lo a cada atendimento. Para conseguir sucesso nesta etapa, o consultor de vendas não precisa de muito conhecimento, mas precisará ser hábil na arte de ressaltar necessidades e benefícios.

O consultor de vendas conseguirá muito mais sucesso se for capaz de falar mais com o coração do que com a cabeça.

O consultor de vendas deverá ser hábil para abstrair e adotar as estratégias de vendas sem se afastar de suas características, vis à vis ações pragmáticas que garantam empatia com o cliente. Apresentar-se com cara boa; ser uma pessoa persuasiva; bem humorada; entusiasmada; que goste de se relacionar e que saiba cuidar muito bem de sua aparência pessoal são bons exemplos a serem seguidos por todos os profissionais de vendas aspirantes de chegar ao topo.

Finalmente, o consultor de vendas deve lembrar-se de falar de cor (de coração), se quiser conquistar a atenção e admiração do seu cliente. Lembre-se que você conseguirá muito mais sucesso se for capaz de falar mais com o coração do que com a cabeça.

“Fé sem ação não merece ser chamada de fé”.

Para o triunfo completo, o profissional de vendas terá que ter atitude pró-ativa. De nada adiantará ele ter todo o esquema de venda preparado se não for capaz de colocá-lo em prática. Portanto, mãos à obra. O momento de começar é agora e se você deixá-lo passar, só terá outra oportunidade daqui a doze meses e aí pode ser tarde demais. Boas vendas e muito sucesso!

Evaldo Costa é Escritor, Consultor, Conferencista e Professor. Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas”

 

Fonte: http://www.portaldomarketing.com.br



Escrito por Tio Chico às 08h52
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Os 4 As do Marketing

Por Daniel Portillo Serrano

11/12/2006


Raimar Richers definiu um modelo que compreende as funções básicas de uma Administração de Marketing. Para Richers, essas funções se dividiriam em 4 fases: Análise, Adaptação, Ativação e Avaliação. Este modelo batizado de Sistema Integrado de Marketing ficou mais conhecido como os 4 As do Marketing, em contraposição aos 4 Ps de Mc Carthy (Produto, Preço, Praça e Promoção).

Richers sempre tentou desenvolver estudos voltados à realidade brasileira. Chegou a comentar certa vez que a palavra Marketing "circulava no Brasil com quase a mesma freqüência e intensidade que expressões como Democracia ou goiabada". Foi ele que usou, pela primeira vez, o termo "Mercadologia" para definir "Marketing" em português. As fases e atividades correspondentes aos 4As são:

 

Análise

É a fase de identificação de Forças do Mercado:

Política

Sociedade

Legislação

Tecnologia

Concorrência

Adaptação

É a fase de adaptação dos Produtos ou Serviços às necessidades levantadas na Fase de Análise

Ativação

É a fase de concretizar os planos

Avaliação

É a fase de análise dos esforços dispendidos e das forças e fraquezas organizacionais.

Fonte: http://www.portaldomarketing.com.br



Escrito por Tio Chico às 08h56
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